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domingo, 13 de julho de 2014

as confissões de schmidt

[ bom ]

título original. about schmidt.

género. drama.
duração. 125 min
ano.
2002

realização e argumento. alexander payne.
protagonistas. jack nicholson. dermot mulroney. hope davis. kathy bates.
sinopse. aos 66 anos, warren schmidt encontra-se numa encruzilhada. a sua reforma está à porta, a sua mulher acabou de falecer e a sua única filha quer casar com um vendedor de colchões de água. [imdb]
 
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warren schmidt trabalha no ramo dos seguros desde sempre. a sua vida é uma rotina confortável, onde o tempo se desenrola sem sobressaltos. o trabalho, o casamento, os relacionamentos humanos são todos muitos previsíveis e costumeiros.

o seu jantar de despedida tem o impacto de uma bala. forçado a reformar-se, schmidt vê-se perante um novo dia-a-dia, num quotidiano onde a sua empresa já não conta com ele e onde a esposa passou de uma zeladora carinhosa a uma velha irritante.


em poucos dias, a vida de warren leva uma volta de 180 graus. reformado e viúvo (a esposa tem um ataque fulminante), sem nada que o anime, recebe a notícia de que a filha vai casar. decidido a incluir-se na vida da sua única descendente, faz a viagem e vai conhecer a sua nova família, que não se revela brilhante, com tiques e modos uns poucos furos acima do chunga.


o filme é seco e realista, roçando o deprimente. há situações tão credíveis que nos deixam a pensar em ir ao fundo do poço, safando-nos do buraco negro com uma piada ocasional. nicholson é brilhante e o seu schmidt é pateticamente palpável e real, um homem apático habituado a ser um choninhas; as cenas finais revelam quão miserável pode ser a vida de alguém quando nos acomodamos.
 

de uma forma inteligente, o realizador consegue abordar temas complicados sem intelectualizar o filme. as personagens não são caricaturas, os cenários não distraem, os diálogos doseiam a acção sensatamente.

longe de ser uma comédia (mesmo que negra), as confissões de schmidt ilustra a vida de muitas pessoas que já conhecemos, antes e agora e amanhã. apesar da realidade visada ser a americana, tem traços transversais ao ser humano: o cinzentismo, a inércia, o medo, o vazio.

um bom filme que causa algum desconforto por ser uma lição de vida bastante lúcida.

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. relatively soon, i will die. maybe in 20 years, maybe tomorrow, it doesn't matter. once i am dead and everyone who knew me dies too, it will be as though i never existed. what difference has my life made to anyone. none that i can think of. none at all .
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

um sonho possível




título original.
THE BLIND SIDE 

realização. john lee hancock.
argumento.
john lee hancock. michael lewis.
protagonistas. sandra bullock. kathy bates. quinton aaron.


género.
drama. biografia.
duração. 129 min
ano.
2009


sinopse.
a história de michael oher, um jovem negro sem-abrigo ajudado por uma família branca de classe alta, que vê e acredita no seu potencial como jogador e ser humano.


avaliação
[ bom ]

crítica. este é o filme que deu a sandra bullock o óscar de melhor actriz nos óscares de 2010. merecidamente. bullock enche o ecrã com a sua interpretação da mãe de família que acolhe um adolescente afro-americano sem tecto
.

baseado numa história verídica, este filme tem uma mensagem de esperança e alento. não chega a cair no dramalhão de lágrima fácil e até tem cenas divertidas, com uma mensagem poderosa e inspiradora.

é uma espécie de conto de fadas moderno, com o relato das dificuldades pelas quais big mike passa, acabando por ter sucesso: num espaço de um ano, ganha uma família, uma carreira e é bem sucedido na escola. pelo caminho fica o frio, a fome e a falta de amor e laços familiares.


eu gostei do filme, é bom entretenimento e mistura drama, humor e acção de uma forma equilibrada sem cair na pieguice.

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that's why courage it's tricky. should you always do what others tell you to do? sometimes you might not even know why you're doing something. i mean any fool can have courage. but honor, that's the real reason for you either do something or you don't. it's who you are and maybe who you want to be. if you die trying for something important, then you have both honor and courage, and that's pretty good. i think that's what the writer was saying, that you should hope for courage and try for honor. and maybe even pray that the people telling you what to do have some, too .

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