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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

a chamada

[ razoável ]

título original. the call.

género. thriller.
duração. 94 min
ano.
2013

realização. brad anderson. 
argumento. richard d'ovidio.
protagonistas. halle berry. abigail brieslin. evie thompson. roma maffia.
sinopse. jordan é uma operadora do 112 e recebe o telefonema de uma jovem raptada. à medida que o tempo passa, jordan apercebe-se que enfrenta um assassino em série. [imdb]
 
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as expectativas para ver a chamada eram bem baixas. o último filme que vi da oscarizada halle berry foi dark tide - águas profundas e esse filme foi bué de bera; só os cenários africanos e os tubarões se safaram, e profundidade só mesmo a da água, porque o argumento e os personagens era maus.


neste filme, um thriller com alguma acção à mistura, halle é jordan, uma operadora do 112 que lida brilhantemente com as chamadas de emergência que recebe, reagindo com sangue frio e segurança dignos de nota - e admirados pelos colegas. até ao dia em que jordan comete um erro de palmatória que compromete a segurança de uma vítima de arrombamento, o que vai condicionar a sua estabilidade emocional. meses mais tarde, jordan é novamente confrontada como uma chamada delicada e tem de estar à altura ou outra pessoa morrerá.

a chamada é um thriller mediano e ficou acima do que eu esperava. longe de ser um bom filme, é interessante e com boas interpretações de halle berry e abigail breslin, que levam o filme todo às costas. halle berry é extremamente telegénica e tem uma elegância apelativa, impossível não gostar de a seguir no ecrã; já abigail breslin (a menina de little miss sunshine cresceu) tem carisma e prende-nos a atenção, com uma personagem credível e bem desenvolvida (dentro do possível).


num aparte, fiquei impressionada (como não ficar?!) com as condições de trabalho e a organização de todo o sistema de socorro americanos: tudo catita, integrado e com meios fabulásticos (desde os alertas e contigências aos helicópteros, pretty fancy). mesmo com os pózinhos hollywoodescos aqui e ali nos cenários e nos tempos de resposta, é de relembrar que nos states não se brinca em serviço e que há que copiar algumas fórmulas de sucesso como esta.

a chamada é um filme que não vai ganhar prémios, e sendo razoável e acima da média mas não chegando a destacar-se em nada, também não desilude.

ir ao cinema vê-lo ou guardar para dvd depende inteiramente de vossas mercês.


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. and don't make promises... cause you know you can't keep 'em .
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domingo, 13 de janeiro de 2013

dark tide - águas profundas


[ fraco ]

título original. dark tide.
género.
thriller.
ano. 2012

duração. 94 min

realizaçãojohn stockwell.
argumento. amy sorlie. ronnie christensen.
protagonistas.  halle berry. olivier martinez. ralph brown. luke tyler.
sinopse. uma mergulhadora profissional volta ao activo passado 9 anos, depois de um episódio traumático com um tubarão branco. [imdb-do-filme]


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opinião. kate mathieson é uma mergulhadora de águas profundas, conhecida pela sua coragem e dedicação ao estudo de tubarões brancos. depois de um episódio traumático na áfrica do sul, decide mudar de vida e fazer excursões para turistas.


ao final de alguns anos, a braços com problemas financeiros, kate deixa-se convencer pelo ex-marido e ex-colega de trabalho, que a alicia com uma proposta milionária para voltar ao ofício. apesar do medo, kate acaba por aceitar a proposta. está assim lançado o isco... e o argumento.



they see me swimming, they hatin'...

dark tide - águas profundas marca o regresso de halle berry, depois de alguns anos sem gravar. não há grandes razões para celebrar, pois o filme é bastante medíocre e utiliza os tubarões brancos para atrair o espectador, sugerindo suculentas cenas de humanos devorados pelo supremo predador marinho (estão quase todas no trailer). porém, as cenas com os bichinhos revelam-se o melhor do filme, porque o resto é francamente mau.

adoro filmes de e com tubarões, por isso não foi um falhanço total, mas não há forma de ultrapassar o péssimo argumento, os diálogos totós e o desperdício de talento dos actores (se bem que olivier martinez não destoe assim tanto, visto que representar não é o seu forte). já halle berry tem um aspecto espectacular, com tudo no sítio, embora pouco queimada pelo sol para alguém que trabalha no mar
. (eu acho que ela mergulha porque o óscar que ganhou há uns anos deve ter ido ao fundo de vergonha e ela quer recuperá-lo; não há-de ser com filmes como este.) adiante...


os pontos positivos? as sequências dos tubarões e o intenso azul do mar, o que seria fantástico se isto fosse uma promoção turística à áfrica do sul. ficamos com vontade visitar a cidade do cabo mas não de rever o filme.
 
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. you're told your whole life that sharks are dangerous. and then finally you're under water and you see the very thing you were taught to fear. and it's perfect .

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domingo, 4 de dezembro de 2011

gothika

título original. GOTHIKA

realização.
mathieu kassovitz.
argumento. sebastian gutierrez.
protagonistas.
halle berry. penelope cruz. robert downey jr.


género.
thriller.
duração. 98 min
ano.
2003

sinopse. miranda grey é uma psicóloga brilhante que trata doentes de risco. um dia acorda como paciente na istituição onde trabalha, sem memória do que a levou ali. [site-oficial-do-filme]



avaliação
[ razoável ]

crítica.
 
 a acção de gothika passa-se numa instituição mental para mulheres, onde trabalha a competente psiquiatra miranda grey (uma halle berry com uma prestação qb). uma noite, ao regressar a casa, vive um episódio paranormal e ao acordar, dias depois, encontra-se fechada numa cela da instituição onde trabalha, amnésica.

o filme tem o ponto alto nos seus primeiros 45 minutos, onde, deslumbrados com o ambiente soturno, somos envolvidos pelo potencial dos "ses" e "porquês", seguindo os acontecimentos com interesse.


um elenco demasiado bom para um argumento tão poucochinho

a meio do filme, a acção começa a descambar e o argumento a tornar-se previsível. os estereótipos abundam, o interesse desvanece. da forte carga psicológica inicial não há rasto e o desfecho é pobre.

com destaque para a excelente interpretação de penelope cruz
, onde o restante elenco (downey jr, charles s dutton e john carroll lynch) cumpre com competência, gothika não deixa memória.

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. logic is overrated  .

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