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domingo, 9 de fevereiro de 2014

espírito do mal

[ fraco ]

título original. the unborn.

género. terror.
duração. 88 min
ano.
2009

realização e argumento. david s goyer.
protagonistas. odette annable. gary oldman. cam gigandet. idris elba.
sinopse. casey começa a ter visões terríveis e decide recorrer a um conselheiro espiritual, o único que a pode ajudar a descobrir uma maldição familiar que causou o suicídio da mãe da jovem. [imdb]
 
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há fitas que têm um trailer com todas as cenas que valem a pena e outras que nem isso; espírito do mal mistura ambos.

o filme é uma verdadeira salada de ideias e conceitos que não se ligam entre si da melhor maneira, nem nos fazem acreditar na história.


casey é uma jovem que nunca perdoou a mãe por a ter abandonado em criança, mas que leva uma vida normal, com o pai, sem traumas. quando começa a ter visões e pesadelos, começa a investigar o passado da mãe e descobre pormenores arrepiantes.
o desenvolvimento da história é mal feito, uma salgalhada de clichés e efeitos especiais que podia ter explorado a ideia central e feito mais sentido, mas que se dispersou e se perdeu no meio de tanto pormenor. isto podia até resultar num filme mais longo mas, num filme de hora e meia, é caótico.


as cenas finais, à volta de um exorcismo num edifício abandonado, estão bem feitas, intensas, mas estão deslocadas da história, o que é uma pena (mais uma ideia inserida à força).

de espírito do mal, ficam-me na memória os inúmeros close ups do rabo da actriz principal (muito gira), um elenco de actores (idris elba e gary oldman) desperdiçado e 90 minutos de um serão preenchidos com um filme abaixo do medíocre.

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. jumby wants to be born now .
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domingo, 15 de julho de 2012

hannibal


título original. HANNIBAL

realização. ridley scott.
argumento. steve zaillian.
protagonistas. anthony hopkins. julianne moore. gary oldman. ray liotta. giancarlo giannini.
género. drama. thriller.
duração. 131 min
ano.
2001
sinopse. hannibal lecter refugiou-se em florença e aprendeu a controlar os seus instintos canibais. é descoberto pelo inspector pazzi, que o entrega a mason verger, um sobrevivente de um ataque de lecter. mason quer vingar-se e recorre a clarice starling. [imdb-do-filme]

avaliação
[ bom ]


hannibal é a sequela de o silêncio dos inocentes, mas pode ser visto como um filme autónomo, embora a personagem de hannibal lecter seja mais desenvolvida no primeiro filme.

a acção do filme divide-se entre a itália e os estados unidos, e isto porque o dr lecter se refugiou em florença quando fugiu da prisão, usando o seu imenso conhecimento e inteligência para granjear um posto cultural. levando uma vida discreta, aprendeu a controlar os seus instintos canibais.

porém, na américa, uma vítima sobrevivente de lecter não desiste de o capturar e lança uma recompensa milionária a quem ajudar à sua captura. um inspector italiano decide investigar, obrigando hannibal a lutar pela sobrevivência. paralelamente, a agente clarice starling tem complicações no fbi e sente-se assombrada pelo passado com lecter, com que tem uma ligação intensa.


 there's a lot of freaks in this town...

hannibal é um filme interessante, apesar de não ter a crueza nem a crueldade velada do primeiro filme. mesmo assim, tem cenas interessantes, nomeadamente as que envolvem as personagens de giannini e ray liotta. juliane moore é diferente de jodie foster como starling mas a sua interpretação é credível, embora menos impactante.

como pontos menos positivos, acho que a história tenta misturar muitos sub-enredos sem necessidade, o que não equivale a mais acção, uma vez que este é um thriller psicológico com dois protagonistas sólidos o suficiente. gostava ainda que a acção em florença tivesse sido mais explorada.

acho que esperava uma obra-prima com ridley scott na realização, david mamet como argumentista e anthony hopkins como lecter; o filme é bom mas fica a sensação que poderia ser melhor.

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curiosidade: em florença, onde parte do filme foi filmado, os turistas têm um folheto turístico chamado: "hannibal lecter: visite os locais da cidade onde ele esteve".


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. on a similar note i must confess to you, i'm giving very serious thought... to eating your wife .

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

a rapariga do capuz vermelho



título original. RED RIDING HOOD

realização.
catherine hardwicke.
argumento. david johnson.
protagonistas. amanda seyfried. gary oldman. julie christie.

género.
thriller.
duração. 100 min
ano.
2011

sinopse. há anos que os habitantes de daggerhorn sacrificam animais para satisfazer o apetite de um lobisomem e mantê-lo afastado da aldeia. fartos de viver com medo, chamam um caçador de bestas, o padre solomon, para acabar com o problema. a partir daí tudo se complica. [site-do-filme]


avaliação
[ fraco ]

crítica.  já tinha sido avisada para evitar a rapariga do capuz vermelho, mas mesmo assim quis certificar-me que havia ponta por onde pegar, não só porque a história me pareceu interessante mas porque sempre gostei da fábula do capuchinho. pois bem, há ponta por onde pegar... com uma pinça!

gostei das cores em que o filme foi filmado, da interpretação de julie christie como a avó do capuchinho e do uso dos pormenores da história infantil no final. só. a restante hora e meia foi má: parecia que estava a ver um filme encomendado pela mtv, com maquilhagem e cabeleireiro demasiado caprichados, uma narrativa cheia de buracos mas atafulhada de ideias não concretizadas, com um cariz tão comercial que resultou vazio.

gary oldman, com tantos filmes bons, manchou o currículo forte e feio.

a realizadora, a mesma da saga crepúsculo, a continuar assim, será um nome a evitar, o que é uma pena, porque realizadoras há poucas e trazem um novo olhar, mas para tretas destas, mais vale estar quietinha. esperava melhor, nem que fosse uma imitação do filme de neil jordan, the company of wolves, o que tornaria tudo mais tolerável, mas aqui não há metáforas, a sensualidade é forçada, falta misticismo e o papel do lobo torna-se irrelevante.

assim, tudo o que me poderia interessar no filme foi tão maltratado que ficou uma sensação de tempo perdido.

em conclusão, a rapariga do capuz vermelho é uma xaropada a evitar mesmo que passe na televisão.

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i'll wait for you ...
. i thought you'd say that .


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