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domingo, 14 de dezembro de 2014

gritos

[ muito bom ]

título original. scream.

género. terror.
duração. 111 min
ano.
1996

realização. wes craven.
argumento. kevin williamson.

protagonistas. neve campbell. drew barrymore. courteney cox. david arquette. rose mcgowan. skeet ulrich.
sinopse. um assassino mascarado começa a matar jovens numa pacata cidade, seguindo as regras dos filmes de terror. [imdb]
 
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scream / gritos é um dos melhores filmes de terror de sempre. quando foi lançado, corria o ano de 1996, foi uma lufada de ar fresco dentro do género e permanece como uma mistura notável de terror e humor negro.

realizado por wes craven, famoso pela saga pesadelo em elm street, o filme revolucionou o género com os diálogos mordazes que gozavam com os lugares-comum do género que o celebrizou.     


na cidade de woodsboro, dois estudantes são esventrados depois de um estranho telefonema de uma figura mascarada. em poucos dias, cumpre-se um ano sobre o homicídio e violação de maureen prescott, que chocou a comunidade, ainda mal refeita da violência, e os habitantes estão apavorados.

aparentemente imunes à desgraça alheia, os jovens da cidade estão preocupados em divertirem-se e aproveitarem as férias da escola, o que os torna alvos apetecíveis. a excepção é sidney prescott, que o assassino persegue implacavelmente e que tenta sobreviver a todo o custo.



Com um argumento original, o filme estabelece as regras de sobrevivência nos filmes de terror: não fazer sexo; não consumir álcool ou drogas; não dizer «volto já»; e todos são suspeitos. o assassino, fanáticos por filmes de terror, acrescenta duas mais, logo no início do filme: nunca perguntar «quem está aí?» e não ir investigar barulhos estranhos.


o elenco é talentoso (com alguns actores, à época, no auge da carreira: neve campbell e courteney cox) e é essencial no saldo final. os diálogos são memoráveis ao ponto da sátira do filme (o primeiro scary movie) os usar à letra, assim como alguns trejeitos das personagens.

a cena inicial (de 12 minutos), com drew barrymore, é uma das melhores cenas de terror do cinema moderno: arrepiante e genial. o final é inteligente mesmo que um pouco previsível, mas a forma como a acção se desenrola até lá é excelente, com satirizações constantes ao género e diálogos sagazes e piadas que os fãs de terror reconhecem imediatamente.


um filme de terror que simultaneamente assusta e diverte, que critica a dessensibilização da juventude face à violência televisiva e cinematográfica e que arrecadou vários prémios e originou 3 sequelas (até ver).

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. what's the point [scary movies]? they're all the same. some stupid killer stalking some big-breasted girl who can't act who is always running up the stairs when she should be running out the front door. it's insulting .

. movies don't create psychos. movies make psychos more creative !
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

adoro-te... à distância







título original. GOING THE DISTANCE

realização.
nanette burstein.
argumento. geoff latulippe. 
protagonistas. drew barrymore. justin long. jason sudeikis.

género.
comédia. romance.
duração.
102 min

ano.
2010

sinopse. erin e garret conhecem-se uma noite e dormem juntos. a química é grande, mas seis semanas depois ela tem de voltar para casa, a milhares de quilómetros de distância. entretanto, já estão apaixonados e não querem separar-se, pelo que decidem tentar uma relação à distância. [site-oficial-do-filme]

avaliação
[ razoável ]

crítica.  adoro-te... à distância é uma comédia romântica agradável sobre um tema que dá pano para mangas. a perspectiva é real e o argumento é bastante credível, explorando todas as circunstâncias de um casal de namorados que decide manter uma relação à distância.

tem piadas caricatas e piadas mais cruas, ou seja humor para as mentes mais porcazinhas e para as mais inocentes. as personagens secundárias são diferentes entre si, tão bem interpretadas que roubam as cenas aos protagonistas, desde o amigo trintão que gosta de engatar velhas ao cunhado que tem sexo vestido com a mulher.

pelo caminho, erin e garret tentam fazer a relação à distância funcionar, com ciúmes, dúvidas e euforias pelo meio, mais as dúvidas dos amigos e familiares no sucesso daquilo tudo.

christina applegate, aqui em trajes de limpa-e-desinfecta,
rouba todas as cenas em que aparece.


acima da média das comédias românticas, adoro-te... à distância é o filme típico de domingo à tarde, talhado para televisão, mas divertido ainda que descartável.

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i'm 31, i'm an intern. i'm going to get wasted .

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